sexta-feira, 21 de novembro de 2014

ENSAIO casadecultura bibliotecatemática


ainda não sei o que é é para começar e ver ver não mas agir com plena liberdade de criação criação em relação reação a ação
talvez o que mais tenha interessado esses tempos seja um lugar do observar e do escutar o sentir, mas do que o fluxo de uma expressão do construir.
para  poder poder quando agir concentrar
e degustar
e dar-se o tempo da mudança do final do vazio de uma outra percepção, ciclo.
os limites se intercruzam assim como os limites redirecionam e impulsionam,
onde estão as diferenças que
estão entre
aquele que diz e
outro
transitar por artistas:
artista orientador artistas coordenador artista vocacionado possibilidade nestes últimos rica necessária complementar
distinguir esses personagens para depois voltar a não ser nenhum
sendo
para entender melhor os limites do corpo refinar a percepção
mente
entender artista como estado continuo de algo que se dispara, mas que nunca será sólido nunca seguro mais uma qualidade que transita no próprio ato ação em mistura de experiência relação e renovação
tempo
presença
de que importa algo que não se venda? Compramos ideias estéticas discursos matérias intenções afinidades e vendemos trocamos tudo e ponto.
Dar de graça?
mais palavras para não serem ou
as coisas que não deveriam ser ditas




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Dança - TRAJETÓRIAS - Artista Orientadora Maria Lucia Branco

CEU Vila do Sol
Artista Orientadora: MAria Lucia Branco
Equipe Sul 2b
Coordenadora: Luciana Abel Arcuri
blog ensaio equipe: http://vocacionaldancasul2b.blogspot.com.br/

De onde venho
Para onde vou
Início
Começo
Recomeço
Não tem fim.
Algo que se descobre dentro de si que pulsa-repulsa o tempo todo.
Ao iniciar nos caminhos da dança...
Foi assim
Mesmo pensando que havia desistido,
Não, não havia
Estava pulsando constante em meu corpo, na minha mente,
Na respiração, no pensamento.
Cada fase vivida a sua maneira
Com progressos, retrocessos, avanços, descobertas.
E a vida é isso. É uma descoberta o tempo todo.
É cíclica,
Não tem fim.
Mudança constante na inconstância da vida,
Do tempo.

          
                 MUDAR                                                      RECRIAR

                                    CRIAR                                                             REINVENTAR

  PLANEJAR                                    REORGANIZAR                                     CONSTRUIR


Verbos na construção de um caminho
Ou vários caminhos
Cada um traçando a sua trajetória.
Assim caminho
Numa busca incessante de leituras corporais e mentais
Descobrindo novas experiências,
Novos lugares,
Novos palcos.
Trajetória de inúmeros corpos
Na sua pluralidade
Cada qual com uma singularidade formando um conjunto de idéias
Uma história única
Onde cada corpo tem a sua cor, seu peso, sua vivência, sua alma.
E é assim que vejo o vocacional
Essa diversidade de pensamentos, de idades, de vivências.
Cada qual dialogando consigo e com os outros ao redor
Na construção e desenvolvimento
Se desnudando para o outro com generosidade.




                                               OUVIR                                                                          RECLAMAR

                        FALAR                                                            BALANÇAR

        SALTAR                                      CRIAR                                                   OPINAR

                                 PULAR                                                                                          DIALOGAR

                                                                             CORRER

DANÇAR

                                                         DANÇAR

                                                                                                                              DANÇAR
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Ensaio dança, O que estimula e como estimular? Sul 2B - Luciana Arcuri


O que estimula e como estimular?

Coordenadora equipe Sul 2 B :Luciana Arcuri
CEU Vila do Sol
CEU Guarapiranga
CEU Casa Blanca
Casa de Cultura M'Boi Mirim


No decorrer de três anos de atuação no Programa Dança Vocacional, primeiramente como artista-orientadora e atualmente coordenadora de equipe, temas como, estimular/criar/instaurar processos artísticos/pedagógicos tem permeado a pratica no sentido de interferir/modificar o cotidiano do trabalho.
Material disparador:
Construção do conhecimento, experiência de vida, também como uma forma de criação e vice e versa. Sutilezas das relações entre todos os envolvidos. Os princípios, atitude de investigar.
Divulgação, chegada, mapeamento, território, região, articulação. “Perfurar com delicadeza.”
Os artistas tem o privilégio de poder transformar sua rotina de trabalho em algo criativo e dinâmico. As experiências que transportamos deixa um rastro que ecoa.
Como tornar o invisível visível, mesmo que embasamos o visível para ver de outro jeito. Enxergar o espaço que se intervém através da escuta. Improvisação pelo espaço. Qual são as historias, de onde veem.
Um espaço de conhecimento, troca, formação e também uma forma de instaurar modos de afetar-se e de refletir sobre os fluxos de informação da cidade.
Projeto artístico para a cidade, que incentiva e fortalece o surgimento de novas trajetórias artísticas implicadas no compartilhamento e desenvolvimento de processos de aprendizagem coletiva.  
Arte provoca um novo modelo de entender a educação. Emancipação dos seres humanos.
Ampliar escolhas, experiências. É da nossa natureza buscar experiências da vida.
Grande quebra cabeça com peças soltas. Continuidade?
Criação de vídeo-danças, textos, ensaios, rede, ações culturais permite desdobrar novas estratégias de comunicação. São meios que podem provocar o outro, mas também os próprios artistas, essas estratégias sinalizam ainda a invenção de outras paisagens, acolhedoras, sensíveis, recortando os fluxos de informação (violentos, opressivos, individualizantes, massificadores...) da cidade. Interlinguagens.
Reuniões e encontros em momentos de partilha horizontal, através da escuta sensível as opiniões e experiências diversas.
Cuidado de não estigmatizar as pessoas, e nem ficar girando em torno e insistindo em se manter nas reclamações dos problemas que se repetem, relatados pelos envolvidos no projeto como um todo.
Sistema – ambiente – autonomia – permanência. Complexidades. Missão – visão – valores.
Encontrar estratégias, novas ideias, trocas de procedimentos corporais, ações culturais (dinamização dos espaços públicos), exposições, espetáculos.
Estar de olhos fechados, conectar com outros sentidos, ouvir um texto dançado.
Coração da equipe. Quando você fica de bochecha vermelha?
Aula móvel, mostras, conversas, apreciação, datas.
CEU, Casa de Cultura, Bibliotecas, cidade, equipamentos, pesquisa, ação.
Cada processo cria um corpo, técnica, procedimentos. Quais são os grandes criadores da dança para nós? Corpo contemporâneo da cidade de São Paulo. O que fica. Você como artista o que te estimula?  Olhar para a sua dança. Conjunto de técnica, treinamento, sensibilidade gera a tua dança.
Hip hop, danças urbanas, populares, contemporânea, clássica, moderna... Reflexo do que estamos vivendo.
Assalto poético, quebra do cotidiano. Estado de passagem.
“Trata-se da vida e, portanto, de encontrar um linguagem para a vida. E, como sempre, trata-se do que ainda não é arte, mas daquilo que talvez possa se tornar arte”. Pina Bausch

Pausa e Movimento (identidades)


CEU Casa Blanca



  
CEU Vila do Sol


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